Como ele não podia escrever algo alegre ou pra cima ou contente como seu irmão/amigo lhe pedia,
ele fez o que Clarisse Lispector recomendou ou/e fazia ou assim lhe disse seu amigo.
Sentou-se em um antiga quebrada cadeira e ficou olhando pra parede...
nada mais.
Mas ele achou que mesmo isso ainda era deprimente e,
só pra melhorar e agradar seu amigo,
ele sorriu,
pra parede.
NYC, Paulo Nunes
Dedicado a Manuel
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