Thursday, February 17, 2011
VICIO
Dentro dessa garrafa existe um homem
de quem o nome ha muito tempo esqueci,
mas se olhares bem, eu sei que o veras
pois ele se conserva nu e belo como era
no dia em que nessa garrafa o escondi.
Sim, foi puro egoismo o que fiz, bem sei,
mas como poderia eu guarda-lo para sempre
se não nessa garrafa transparente,
a qual eu sempre sei onde o encontrar
pois na verdade a trago comigo
para onde eu estou, vou ou irei.
E se sinto dele a falta, tudo fica fácil,
eu pego a garrafa e a abraço,
e assim fazendo a ele também toco
e o tocando de seu próprio toque me recordo
ou relembro, ou revivo que sei eu,
alem do fato que nessa garrafa eu guardo o homem,
que um dia pensa que de mim partiu, ou que se foi,
sem sequer notar que o prendi comigo,
dentro de uma garrafa que ainda escondo,
mas que busco sempre que desejo
rever a quem um dia me deu o abrigo
de seu corpo quente, pele macia,
e em seu sexo me fez tudo esquecer.
O momento do gozo dura só segundos,
ainda bem pois que se mais durasse,
a mim e a todos iria matar ou enlouquecer.
Assim que se só, de novo eu me sinto ou me encontro,
em um banco perto do bar eu me sento, eu me escondo,
e abro a garrafa e o começo a beber.
Poema dedicado ao Nono.
N.Y., 17 de Fevereiro, 2011
Sunday, February 6, 2011
A PEDIDO
Como ele não podia escrever algo alegre ou pra cima ou contente como seu irmão/amigo lhe pedia,
ele fez o que Clarisse Lispector recomendou ou/e fazia ou assim lhe disse seu amigo.
Sentou-se em um antiga quebrada cadeira e ficou olhando pra parede...
nada mais.
Mas ele achou que mesmo isso ainda era deprimente e,
só pra melhorar e agradar seu amigo,
ele sorriu,
pra parede.
NYC, Paulo Nunes
Dedicado a Manuel
ele fez o que Clarisse Lispector recomendou ou/e fazia ou assim lhe disse seu amigo.
Sentou-se em um antiga quebrada cadeira e ficou olhando pra parede...
nada mais.
Mas ele achou que mesmo isso ainda era deprimente e,
só pra melhorar e agradar seu amigo,
ele sorriu,
pra parede.
NYC, Paulo Nunes
Dedicado a Manuel
ANTIGO
ou
Sem adeus ou despedida.
Minha vida, já tao tarde agora, eu sei,
e' repleta de adeuses que não dei
a pessoas que morreram ou que se foram,
que no fundo para mim e como morte,
eu também que sai ou fui embora..
mas que de ninguém ou nada nunca esqueci.
Era tudo diferente então, de agora,
mesmo reclamando hoje sei que era melhor,
mais difícil e complicado e com demora,
mas poucos eram os que eram confundidos,
meus amigos eram ou sabiam que eu era entendido.
Mas isso e' longe, isso e' antigo, isso e' o passado
que veio muito antes da palavra gay.
De um tempo onde havia bonde, carro de boi
Maria Fumaça e ate Lotação.
Isso foi bem antes de existir a intermete,
quando Virgínia Lane ainda era vedete
e as pessoas se comunicavam por carta
ou telefone, ou cara a cara e nada mais.
Eu sei que tudo era bem mais demorado,
mas eu não me importava nem um pouco,
me chamem de louco me chamem de antigo.
Ainda prefiro tomar café que tomar Nescafe,
e de sexo gosto dele em cores e ao vivo,
já que pra mim o toque e imprescindível,
não só o meu, mas de quem esta comigo.
E agora tanto tempo apos do antes e
de tudo que já era e hoje não e mais,
me recordo de todos e de períodos
que, como eu partiram e já não voltam mais.
Paulo Nunes
New York, 1/31/2010
Sem adeus ou despedida.
Minha vida, já tao tarde agora, eu sei,
e' repleta de adeuses que não dei
a pessoas que morreram ou que se foram,
que no fundo para mim e como morte,
eu também que sai ou fui embora..
mas que de ninguém ou nada nunca esqueci.
Era tudo diferente então, de agora,
mesmo reclamando hoje sei que era melhor,
mais difícil e complicado e com demora,
mas poucos eram os que eram confundidos,
meus amigos eram ou sabiam que eu era entendido.
Mas isso e' longe, isso e' antigo, isso e' o passado
que veio muito antes da palavra gay.
De um tempo onde havia bonde, carro de boi
Maria Fumaça e ate Lotação.
Isso foi bem antes de existir a intermete,
quando Virgínia Lane ainda era vedete
e as pessoas se comunicavam por carta
ou telefone, ou cara a cara e nada mais.
Eu sei que tudo era bem mais demorado,
mas eu não me importava nem um pouco,
me chamem de louco me chamem de antigo.
Ainda prefiro tomar café que tomar Nescafe,
e de sexo gosto dele em cores e ao vivo,
já que pra mim o toque e imprescindível,
não só o meu, mas de quem esta comigo.
E agora tanto tempo apos do antes e
de tudo que já era e hoje não e mais,
me recordo de todos e de períodos
que, como eu partiram e já não voltam mais.
Paulo Nunes
New York, 1/31/2010
VOLVER
Eu que sonho em viver em um sonho que vive em um sonho dentro de outro sonho, em um outro sonho, que e' parte de um sonho... e nele me perder pra não saber voltar jamais.
PAULO NUNES
NEW YORK 6/6/2010
PAULO NUNES
NEW YORK 6/6/2010
PERIFERIAS DE SAO PAULO
Ou
Pelas Periferias da Vida,
eu que ando pelas periferias,
nunca do lado, nunca no centro,
nunca por certo dentro,
ou cem porcento,
mas nas bordas de tudo,
feito rastro de perfume,
distante do cheiro real,
nem perto, nem longe,
apenas na periferia,
onde o olhar mente ou varia...
na periferia.
Paulo Nunes
N.Y.
P.S. dedicado ao Paulinho e ao Roberto
Pelas Periferias da Vida,
eu que ando pelas periferias,
nunca do lado, nunca no centro,
nunca por certo dentro,
ou cem porcento,
mas nas bordas de tudo,
feito rastro de perfume,
distante do cheiro real,
nem perto, nem longe,
apenas na periferia,
onde o olhar mente ou varia...
na periferia.
Paulo Nunes
N.Y.
P.S. dedicado ao Paulinho e ao Roberto
PARA SEMPRE
Eu pensei que fosse para sempre,
para sempre, para sempre,
Pensando que fosse para sempre,
Pra esse para sempre me entreguei.
Eu julguei que fosse hoje, agora
eu julguei, eu julguei
E pensando que essa fosse a hora
sem julgar eu me entreguei.
Eu pensei que eu pensava certo
eu pensei, eu pensei.
E pensando que certo pensava
me iludi, me enganei.
(ou, me fodi, me ferrei.Opção do leitor)
Paulo Nunes
New York 2009
para sempre, para sempre,
Pensando que fosse para sempre,
Pra esse para sempre me entreguei.
Eu julguei que fosse hoje, agora
eu julguei, eu julguei
E pensando que essa fosse a hora
sem julgar eu me entreguei.
Eu pensei que eu pensava certo
eu pensei, eu pensei.
E pensando que certo pensava
me iludi, me enganei.
(ou, me fodi, me ferrei.Opção do leitor)
Paulo Nunes
New York 2009
MEU CANTO
Hoje eu canto pra você,
musicas antigas, de juventude,
de infância,de adolescência,
hoje eu canto pra você
mesmo sem voz eu canto.
Hoje, aqui nesse meu canto
eu canto, e canto, e canto
uma musica de amor apos a outra
que falam de amores idos,
dores, lagrimas, despedias,
falam também de paixão,
de tempo bom,
de encontros clandestinos.
de toques escondidos noite a dentro,
falam do por fora e do por dentro
do cheiro de suor e sexo,
e de mais uma vez, um pouco mais,
ate o amanhecer.
Hoje, mesmo que você esteja longe,
ou nem se lembre mais,
ou ate não me ouça,
eu mesmo assim, ate o fim,
ainda canto antigos cantos,
pra você.
Paulo Nunes
N.Y. Qualquer dia, Qualquer ano.
musicas antigas, de juventude,
de infância,de adolescência,
hoje eu canto pra você
mesmo sem voz eu canto.
Hoje, aqui nesse meu canto
eu canto, e canto, e canto
uma musica de amor apos a outra
que falam de amores idos,
dores, lagrimas, despedias,
falam também de paixão,
de tempo bom,
de encontros clandestinos.
de toques escondidos noite a dentro,
falam do por fora e do por dentro
do cheiro de suor e sexo,
e de mais uma vez, um pouco mais,
ate o amanhecer.
Hoje, mesmo que você esteja longe,
ou nem se lembre mais,
ou ate não me ouça,
eu mesmo assim, ate o fim,
ainda canto antigos cantos,
pra você.
Paulo Nunes
N.Y. Qualquer dia, Qualquer ano.
FANTASMAS
São tantos os fantasmas que me rodeiam agora,
que a noite me acompanham e de dia não me deixam em paz.
Sempre contando contos de outrora,
os quais quero esquecer, não recordar.
Mas eles voam , e me perseguem sempre,
seja onde seja que eu vá ou me esconda,
la os encontro barulhentos a me esperar.
Algumas horas cantam, outras choram,
e passam todas as noites a lamentar,
tudo o que não e agora, ou o que nem foi e nunca sera.
Eles me lembram coisas que aconteceram há tanto tempo
que as vezes nem sei se são verdade mais,
mas pra me garantir me trazem provas com o vento
que suas imagens brancas fazem balançar.
Sim, as provas são nomes, datas, rostos e momentos,
que eles me mostram como em telas de cinemas,
algumas vezes em cores outras em branco e preto,
e a mim fazem rever todos os filmes,
pedaços de minha vida soltos, desligados,
pois deles passei anos tentando escapar.
Agora mesmo eles me atormentam,
e nunca e jamais me vão deixar em paz,
e já que são fantasmas come já disse,
não sei qual solução se e' que haverá,
pois sendo tão claros no escuro, e leves
e mesmo em pesados sonhos em que vago e fico,
noites após noites a me revirár.
E assim passam meus dias, minutos e horas,
e em todos os segundos eles vem e ficam,
e me atormentam mesmo se não me assustam,
pois o tormento dura muito mais que o assustar.
Se algum dia eles forem embora
nem mesmo sei como sera...
ou o que farei com o silencio que agora
eles preenchem com cantigas de mortos
ou gritos de vivos assustados,
por a eles haverem visto ou encontrado
em qualquer canto escuro, ou em um lugar
conhecido como assombrado,
onde eles vão sempre pra brincar.
E se na morte busco o socorro
do esquecimento dessa vida já vivida,
e a paz nela eu vá buscar,
estou seguro que la também os encontro,
fazendo os mesmos ruídos, os mesmos barulhos,
e relembrando-me de novo do que foi e do que nunca sera,
já que são fantasmas como tanto eu já disse,
onde mais vivem ou nascem se e que não são eternos,
pois se não na morte onde mais sera'?
Bem sei que nunca deles me livrarei,
por uma simples razão, tão clara agora.
Eles são MEUS fantasmas e mim me seguirão pra sempre,
seja pra onde for, seja pra onde eu vá.
Paulo Nunes
New York,
17/1/2011
que a noite me acompanham e de dia não me deixam em paz.
Sempre contando contos de outrora,
os quais quero esquecer, não recordar.
Mas eles voam , e me perseguem sempre,
seja onde seja que eu vá ou me esconda,
la os encontro barulhentos a me esperar.
Algumas horas cantam, outras choram,
e passam todas as noites a lamentar,
tudo o que não e agora, ou o que nem foi e nunca sera.
Eles me lembram coisas que aconteceram há tanto tempo
que as vezes nem sei se são verdade mais,
mas pra me garantir me trazem provas com o vento
que suas imagens brancas fazem balançar.
Sim, as provas são nomes, datas, rostos e momentos,
que eles me mostram como em telas de cinemas,
algumas vezes em cores outras em branco e preto,
e a mim fazem rever todos os filmes,
pedaços de minha vida soltos, desligados,
pois deles passei anos tentando escapar.
Agora mesmo eles me atormentam,
e nunca e jamais me vão deixar em paz,
e já que são fantasmas come já disse,
não sei qual solução se e' que haverá,
pois sendo tão claros no escuro, e leves
e mesmo em pesados sonhos em que vago e fico,
noites após noites a me revirár.
E assim passam meus dias, minutos e horas,
e em todos os segundos eles vem e ficam,
e me atormentam mesmo se não me assustam,
pois o tormento dura muito mais que o assustar.
Se algum dia eles forem embora
nem mesmo sei como sera...
ou o que farei com o silencio que agora
eles preenchem com cantigas de mortos
ou gritos de vivos assustados,
por a eles haverem visto ou encontrado
em qualquer canto escuro, ou em um lugar
conhecido como assombrado,
onde eles vão sempre pra brincar.
E se na morte busco o socorro
do esquecimento dessa vida já vivida,
e a paz nela eu vá buscar,
estou seguro que la também os encontro,
fazendo os mesmos ruídos, os mesmos barulhos,
e relembrando-me de novo do que foi e do que nunca sera,
já que são fantasmas como tanto eu já disse,
onde mais vivem ou nascem se e que não são eternos,
pois se não na morte onde mais sera'?
Bem sei que nunca deles me livrarei,
por uma simples razão, tão clara agora.
Eles são MEUS fantasmas e mim me seguirão pra sempre,
seja pra onde for, seja pra onde eu vá.
Paulo Nunes
New York,
17/1/2011
ESTUDO 2 ( ES TUDO)
Novo Amor
Quero um (novo) amor de qualquer jeito
Que seja errado, certo, torto ou direito,
Quero esse (novo) amor de qualquer jeito.
Quero esse (novo) amor de qualquer modo,
Cru, cu'zido, quente, frio ou mesmo morno,
Com passagem de ida, sem retorno
Quero um (novo) amor de qualquer modo.
Busco um (novo) amor feito do nada,
Copas, Ouro, Paus ou mesmo Espada,
Figura forte de Rei ou de Rainha,
E se doer que a dor seja só minha,
Meu coração cortado por essa Espada,
Quero esse (novo) amor feito do nada.
Quero um (novo) amor e tem que ser agora,
Pois pouco tempo tenho, eu sei da hora,
Vai por favor busque, senhor, senhora,
Que essa pressa de amar me apavora.
O tempo passa, o tempo corre,
O tempo nunca para……
Olho pro céu e vejo que chegou a hora.
Cuspo no chão e só, eu vou me embora!
New York 17 de Fevereiro, Madrugada.
Quero um (novo) amor de qualquer jeito
Que seja errado, certo, torto ou direito,
Quero esse (novo) amor de qualquer jeito.
Quero esse (novo) amor de qualquer modo,
Cru, cu'zido, quente, frio ou mesmo morno,
Com passagem de ida, sem retorno
Quero um (novo) amor de qualquer modo.
Busco um (novo) amor feito do nada,
Copas, Ouro, Paus ou mesmo Espada,
Figura forte de Rei ou de Rainha,
E se doer que a dor seja só minha,
Meu coração cortado por essa Espada,
Quero esse (novo) amor feito do nada.
Quero um (novo) amor e tem que ser agora,
Pois pouco tempo tenho, eu sei da hora,
Vai por favor busque, senhor, senhora,
Que essa pressa de amar me apavora.
O tempo passa, o tempo corre,
O tempo nunca para……
Olho pro céu e vejo que chegou a hora.
Cuspo no chão e só, eu vou me embora!
New York 17 de Fevereiro, Madrugada.
ESTUDO (ES TUDO)
Grande Amor
Quero um (grande) amor de qualquer jeito,
Que machuque e me fira no lado direito
E me cure e me sare no esquerdo.
Quero um (grande) amor de qualquer jeito.
Quero um (grande) amor que me apareça
Na fria noite ou madrugada e que esqueça
Que e' outono agora, quase inverno,
E que seja como um sol e que aqueça,
O corpo que finjo jovem mas que e' velho.
Quero um (grande) amor mesmo mentindo,
Que me engane que me ama e me iludindo,
Que me beije e que me jure amor eterno,
Ja que o eterno e' o pouco que me resta.
Quero um (grande) amor, que seja agora,
Que me adoce o amargo que devora
E que seca e que enruga a minha pele,
Que embrulha o presente, um velho corpo,
Que de tanto amor me torne louco,
E me unte de mel por toda parte,
E que veja no espelho da loucura,
Esse fogo ou brasa que ainda arde,
De paixão ou tesão pois nunca e' tarde
Pra se achar grande gozo na tortura.
New York, 17 de Fevereiro de 2008
3 da matina
Quero um (grande) amor de qualquer jeito,
Que machuque e me fira no lado direito
E me cure e me sare no esquerdo.
Quero um (grande) amor de qualquer jeito.
Quero um (grande) amor que me apareça
Na fria noite ou madrugada e que esqueça
Que e' outono agora, quase inverno,
E que seja como um sol e que aqueça,
O corpo que finjo jovem mas que e' velho.
Quero um (grande) amor mesmo mentindo,
Que me engane que me ama e me iludindo,
Que me beije e que me jure amor eterno,
Ja que o eterno e' o pouco que me resta.
Quero um (grande) amor, que seja agora,
Que me adoce o amargo que devora
E que seca e que enruga a minha pele,
Que embrulha o presente, um velho corpo,
Que de tanto amor me torne louco,
E me unte de mel por toda parte,
E que veja no espelho da loucura,
Esse fogo ou brasa que ainda arde,
De paixão ou tesão pois nunca e' tarde
Pra se achar grande gozo na tortura.
New York, 17 de Fevereiro de 2008
3 da matina
CADA DIA
Cada dia que passa eu sinto menos,
cada dia que passa eu sinto mais,
cada dia eu sinto muito mais.
Demais ou de menos,
qual sera a diferença do de menos
pro demais?
Eu prefiro o de menos ou o demais?
Pra mim tanto faz.
Cada dia que passa eu sinto muito,
muito mais...
mas quem sabe já falei demais.
N.Y. 2008
cada dia que passa eu sinto mais,
cada dia eu sinto muito mais.
Demais ou de menos,
qual sera a diferença do de menos
pro demais?
Eu prefiro o de menos ou o demais?
Pra mim tanto faz.
Cada dia que passa eu sinto muito,
muito mais...
mas quem sabe já falei demais.
N.Y. 2008
BRINDES
Brindo, Brindo Brindo...
pelo o silencio da morte,
pelo o barulho do viver,
por você escolher ele,
por você não me escolher,
pela a dor que sinto agora,
pelo o não ha nada o que fazer,
por toda a distancia de hoje,
por estar perto de você,
por quem pensa que tudo sabe,
por quem tudo vai saber,
pela certeza da morte,
pela incerteza do viver,
por todos que já se foram,
pelos que ficaram sem querer,
por quem se foi derrepente,
por quem ficou sem você,
por uma vida de esperas,
por um nada acontecer,
pelos amantes de outrora,
pelo o hoje sem os ter,
por o que eu disse agora,
pelo o que ficou por dizer,
pelo seu aniversario
por meu sempre esquecer,
por um passado brilhante,
por um hoje por viver,
por tudo o que me lembro,
pelo o que nem vou saber,
pelo o que trago comigo,
pelo o que deixei em você,
pelos os sorrisos da vida,
pelo o amargor do viver,
por tudo que e certo ou errado,
por eu não julgar você,
por tudo que um dia me deram
pelo o que guardei pra esquecer,
pela a alegria da vitoria,
pelo o alivio do perder,
por quem já não me ama agora,
por eu nem saber porque,
pela a ultima palavra,
por você não me dizer,
pelo o que sonhei essa noite,
por acordar sem saber,
pelo o barulho da morte,
pelo o silencio do viver.
Brindo, Brindo, Brindo,
por você me lendo agora,
por quem nunca me vai ler.
NYC 11/25/2010
Paulo Nunes
pelo o silencio da morte,
pelo o barulho do viver,
por você escolher ele,
por você não me escolher,
pela a dor que sinto agora,
pelo o não ha nada o que fazer,
por toda a distancia de hoje,
por estar perto de você,
por quem pensa que tudo sabe,
por quem tudo vai saber,
pela certeza da morte,
pela incerteza do viver,
por todos que já se foram,
pelos que ficaram sem querer,
por quem se foi derrepente,
por quem ficou sem você,
por uma vida de esperas,
por um nada acontecer,
pelos amantes de outrora,
pelo o hoje sem os ter,
por o que eu disse agora,
pelo o que ficou por dizer,
pelo seu aniversario
por meu sempre esquecer,
por um passado brilhante,
por um hoje por viver,
por tudo o que me lembro,
pelo o que nem vou saber,
pelo o que trago comigo,
pelo o que deixei em você,
pelos os sorrisos da vida,
pelo o amargor do viver,
por tudo que e certo ou errado,
por eu não julgar você,
por tudo que um dia me deram
pelo o que guardei pra esquecer,
pela a alegria da vitoria,
pelo o alivio do perder,
por quem já não me ama agora,
por eu nem saber porque,
pela a ultima palavra,
por você não me dizer,
pelo o que sonhei essa noite,
por acordar sem saber,
pelo o barulho da morte,
pelo o silencio do viver.
Brindo, Brindo, Brindo,
por você me lendo agora,
por quem nunca me vai ler.
NYC 11/25/2010
Paulo Nunes
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